terça-feira, 30 de novembro de 2010

Solar do Queijo visto por fora

Costuma-se dizer que a melhor publicidade para um negócio são os clientes.
Por coincidência encontramos um Blog, cuja autora num pos refere Celorico da Beira, mais concretamente uma visita ao Solar do Queijo.

E diz o seguinte:

Seguimos então para Celorico da Beira.
As paisagens são encantadoras e vale por si só o passeio.
E ainda bem, pois o tão falado Solar do Queijo é apenas um edifício com uma sala no primeiro piso com uma pequena exposição de queijos, e depois um piso superior com um bar onde se pode adquirir queijo da Serra.
O que nos valeu, mesmo, foi o passeio!
Aproveitámos e visitámos os locais de maior interesse, ou seja a Igreja e o Castelo.

Um comentário ao post:

Olá Luísa, isso é que foi passear, lol.
Eu também já visitei o Solar do queijo e também fiquei como tu, a pensar que era algo em grande, hihi.

Resposta da autora:

Célia, fiquei desiludida sim, pensei que teria mais para visitar e afinal é apenas uma sala com uma pequena exposição!

Estas são impressões das pessoas de fora que visitam o nosso Concelho e que nada têm a ver com a mesquinhice da política local, são a realidade.
As outras, as das toneladas de Queijo, dos aeroportos e dos Kits, são formas do magnífico continuar a enganar tolitos, lambe botas, mamões e tantos outros ignorantes.

É o Celorico que temos

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Magnificas ideias

Este é um excerto de uma reportagem realizada a propósito do Festival do Borrego na Carrapichana.

Podem ver o vídeo completo em http://www.youtube.com/watch?v=7Yae9AAzyFg



video

Para além da figura e não querendo discutir a base da ideia da produção do azeite, até gostaríamos de a ver realizada, levantou-se-nos a seguinte questão.

Como pensa o magnifico, conseguir entrar, com essa magnifica máquina de quase, perdão, mesmo 110 cavalos, na maioria dos olivais do Concelho?

A média de áreas dos olivais do nosso concelho não deve ultrapassar os 1000m2, será assim, este projecto viável….
Se isto não chegasse verifica-se também que grande parte não tem acesso para máquinas agrícolas ou são em terrenos de “combaros”. Ok, construam-se acessos dirão os seguidores das ideias do iluminado.

Desconhecemos na realidade os associados da cooperativa e proprietários de olivais que irão usufruir de tal magnífica máquina, mas muito sinceramente acreditamos que para os olivais comuns do concelho é inútil.Em olivais já estruturados para o efeito é útil de certeza.

E a produção do azeite, estará destinada para os lados da ponte do ladrão? E não só, procura-se mais uma vez fora do concelho lagar de azeite para a produção? No concelho de Trancoso, quem sabe na cogula???

Para nós sr. Vereador substituto, a ideia era merecedor de aplausos se em vez de um tractor de 110cv se adquirisse 2 de 55cv (que são mais pequenos) com varejadores aplicáveis aos tractores (os chamados bate palmas), deslocava 10 ou 20 funcionários inúteis do albergue, e aí sim ia apanhar azeitona.

Continuava-se a empregar e a economia local saía beneficiada, assim quem sai??

Celorico sem futuro

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Habitantes de Aldeia Rica andam quilómetros para ir ao cemitério




Na Aldeia Rica os habitantes têm que andar 8Km para se deslocarem ao cemitério. E a quem poderiam recorrer para se queixarem?
Logicamente ao Presidente da Junta de Freguesia e foi o que realmente fizeram. Mas o Sr. não tem tempo!!! Não tem tempo para esperar pelos Engº responsáveis da obra e resolver um problema dos habitantes da sua Aldeia, ou pelo menos, obter uma resposta. E a pedreira ali tão perto carlinhos!!!

O Presidente da Junta questionado por um jornal da região remeteu o assunto para o presidente da Câmara Municipal o Eng Monteiro, o jornal tentou contactar este mas mais uma vez mostrou-se indisponível. Novidade?!?!? Nah...
Este só aparece para anunciar festas? Mas ainda é Presidente...???
E as pessoas quem é que intercede por elas?

Não é que as pessoas da Aldeia Rica mereçam  muito a nossa critica neste assunto, pois escolheram a mediocridade para os representar, alguns que vemos na reportagem aplaudiram muito o novo rumo (para o abismo) mas acima de tudo está em causa o bem estar de cidadãos do nosso Concelho.


PS: O Sr Presidente de Junta foi amigo ao remeter para o Sr. Presidente de Câmara, das duas uma, ou é realmente incompetente ou quer pôr em causa o Presidente. Ou as duas....
 
Celorico sem futuro...

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Prof. Dr. José Alberto dos Reis

Data de nascimento
1875-11-01.

Localidade
Vale de Azares / Celorico da Beira
Data da morte
1955.

Habilitações literárias
Licenciatura em Direito pela Universidade de Coimbra (1897);
Doutoramento em Direito pela Universidade de Coimbra (1899).

Profissão
Professor universitário;
Advogado.

Carreira profissional
Integra o corpo docente da Universidade de Coimbra (1900);
Reitor da Universidade de Coimbra (1913-1916);
Director da Faculdade de Direito de Coimbra (1916-1920 e 1922-1927);
Membro do júri de concurso para Assistente de Salazar (1917). Propôs a concessão do grau de Doutor a Salazar, de acordo com uma lei de 1917, que conferia à escola a possibilidade de o conceder aos professores ordinários e aos extraordinários com 3 anos de serviço.
Professor Catedrático (1926);
É o principal responsável pela reforma do Código de Processo Civil (1926-1939);
Jubilou-se em 1945.
Retirado da vida política (1945), por motivos de saúde, dedicou-se exclusivamente à advocacia.

Perfil político-ideológico
Católico. Membro do Centro Católico, organização em que estabeleceu amizade com Salazar, depois de ter abandonado a Maçonaria, em 1913;
Amigo pessoal Salazar, que era visita habitual da sua casa, em Coimbra. Fez parte do seu círculo mais e deu parecer sobre o projecto de Constituição de 1933, as revisões constitucionais e os candidatos às eleições legislativas e presidenciais a apresentar pela União Nacional.

Carreira político-administrativa
Membro do Conselho Político Nacional, por indicação de Salazar (1931);
Membro do Conselho de Estado, por indicação de Salazar (1933);
Presidente da Comissão de Justiça do I Congresso da União Nacional (1934);
Membro do Conselho Consultivo da União Nacional (1946).

Carreira parlamentar
Presidente da Mesa da Assembleia Nacional I, II e III Legislatura.